Maxluz

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Desenvolvimento Iluminado

terça-feira, 22 de março de 2016

Como demitir dependente quimico?

Quando acontece do empregado começar a comparecer no trabalho sob efeito de álcool ou de outra droga psicotrópica, o que o empregador se pergunta?
-Dependente de drogas pode ser demitido por justa causa?
Teoricamente a resposta é que pode, mas se for dependente não pode.
Compreendeu?
Traduzindo: De acordo com o artigo 482, f, da CLT: O empregado que comparece ao serviço alcoolizado ou sob os efeitos de outras drogas pode ser dispensado por justa causa. Porém, se ele for dependente químico de álcool ou outra droga, a dependência é considerada como uma doença então sua dispensa poderá ser discriminatória.
Nesse caso para que a demissão seja válida, a empresa terá que provar que a demitiu por motivo alheio à doença.
Mas e se a dependência estiver em um grau tal que incapacite o funcionário para o trabalho? Então ele deverá ser submetido à perícia do INSS. E, só se for constatada sua incapacidade poderá ter o contrato de trabalho suspenso e receber auxílio-doença pelo INSS nesse período.
Já imaginaram a complicação médica e jurídica?
Melhor mesmo é a empresa promover campanhas de esclarecimento e prevenção.
Conheça nosso serviço – Instituto Maxluz de Saúde e Pesquisa.
www.maxluz.com

segunda-feira, 21 de março de 2016

Perfil da Nossa Equipe

Foi só após muita reflexão que assumi o trabalho de dirigir a estruturação do Instituto Maxluz de Saúde e Pesquisa Ltda. Nossa missão é contribuir com a evolução do ser humano de forma que reconheça alternativas para levar uma vida alegre, saudável e preventiva de doenças físicas, mentais e psicossociais. A meta é ambiciosa.
O primeiro passo que pensei foi como compor a sua gloriosa equipe. - Trazer pessoas que além de ideias e capacidade, venha agregar valor e confiança ao trabalho. Na seleção, é claro que o primeiro ponto é o currículo, porém, dado a finalidade do Instituto Maxluz e do meu jeito de ser e coordenar, outras questões pesam tanto quanto os diplomas apresentados. Quem não apresenta maturidade emocional proporcional à idade cronológica, não reúne bom humor ao saber, não é bem resolvido em relação ao trato com os demais e não tiver uma conduta pessoal em que seja minimamente capaz de proceder como nós apregoamos no nosso trabalho, certamente não estará na equipe.
Pareceu absurdo? Então pense em como é importante dar bom exemplo para poder ter credibilidade no que se diz e ensina.
Em tempos de Geração Y, Z e internet, as pessoas estão cada dia mais exigentes. A clássica “velha ladainha” do: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”, atualmente só suscita risos e descaso.
Por incrível que possa parecer, conseguimos encontrar profissionais com esse perfil descrito. 


Vicente Ramatis Lima

sábado, 12 de março de 2016

PROJETO MENTE SAUDÁVEL

Cumprindo um dos objetivos deste blog, que é de trazer notícias e comentários sobre temas diversos relacionados à saúde mental e desenvolvimento pessoal, apresentamos aqui alguns dados estatísticos e fazemos considerações a respeito:
-Aproximadamente 20% de todos pacientes atendidos por profissionais de atenção primária de saúde têm um ou mais transtornos mentais e comportamentais.
         Fonte: Relatório Mundial SM/OMS, 2001.
 -12,3% da população brasileira de 12 a 65 anos apresentam dependência do álcool.
        Fonte: CEBRID, 2006
Vejam só, com um número tão acentuado de casos de transtorno mental presentes em nossa população, sendo que nestes tempos atuais, temos o pleno conhecimento de que o consumo de álcool, bem como o de outras drogas psicotrópicas, só faz desencadear e agravar os transtornos mentais, dados como estes acima, só evidenciam o fato de que vivemos uma sociedade repleta de informações, mas de muito pouco discernimento para utilizá-las de forma adequada.
É fato notório que considerável parte da população, prefere acreditar na publicidade e nos mitos criados sobre o consumo destas substâncias, negligenciando o próprio bem-estar, brinca com a sorte e os consomem. As consequências desta falta de senso se fazem presentes na vida familiar e no trabalho, através do absenteísmo e da perda de produtividade, quando não de inúmeros acidentes, seguidos de aposentadorias precoces e outras fatalidades.
Acho que isto é o que podemos chamar de adoecimento social
Como médico, durante todos os anos de trabalho, o que sempre mais me chamou a atenção foi o fato de constatar que o ser humano apesar de temer a loucura, ainda não aprendeu a colocar a saúde mental como eixo primário de suas metas de cuidados com a saúde. Isto é certamente um paradoxo, pois já sabemos que o cérebro é o comando de todo o corpo. Sendo a saúde o maior bem que uma pessoa possui, porque então brincar com o destino e preferir acreditar que bebidas alcoólicas e outras drogas possam ter algum tipo de beneficio.
Pensando nestes fatores, e, visando destacar este tipo de confusão de valores, propomos uma espécie de projeto: “Mente saudável”. Algo que tenha cunho informativo. Talvez, sirva até para confrontar algumas destas “desinformações” tão comuns nestes tempos. Enfim, contribuir para que as pessoas possam despertar as sabedorias, desenvolver as próprias potencialidades e aprender a fugir da "Armadilha social“ em que vivemos.

Quando se propõe algo assim, percebemos que os primeiros que aderem ao conceito, são aqueles que gostam de ter controle completo sobre a sua vida. Geralmente tem perfil de liderança. Logo se engajam na prática e se destacam como novos formadores de opinião. —Tomara, pois o custo social deste consumo esta ficando impagável.

MENS SANA IN CORPORE SANO


Atendendo a demanda do Instituto Maxluz de Saúde e Pesquisa, elaboramos um projeto estilo "Mente Saudável", o qual recebeu o sugestivo e pomposo nome:
"Mens sana in corpore sano". – Em latim significa: “mente sana em corpo são”. Esta relacionado ao fato de que:
Um corpo doente afeta a mente.
Uma mente doente afeta o corpo.

Sabemos que a origem dos provérbios, perde-se na obscuridade dos tempos. Geralmente são de criação anônima, registrados por inúmeros povos da antiguidade. Existem registros que remontam ao Egito, China e Índia, anteriores a 2500 a.C, serviam tanto para transmitir preceitos morais, como para divulgar pensamentos filosóficos e conhecimentos referentes a conduta de saúde física e mental.

Este projeto é na verdade mais um reforço de antigos e novos conceitos.
“FELIX QUI POTUIT RERUM COGNOSCERE CAUSAS”
(feliz daquele que pode conhecer as causas das coisas)

Antes que possa parecer por demais pretensioso, esclareço que não estamos pretendendo "reinventar" a roda. Mas apenas procurando enfatizar sabedorias antigas e associar com os novos conhecimentos sobre alimentação, exames, ginástica e prevenção. Por isso o título em latim.

Vicente Ramatis Lima

quinta-feira, 19 de junho de 2014

ESTRESSE, PARADOXO DO HOMEM MODERNO

O estresse é um grande paradoxo do homem moderno.
Para entender essa simples constatação, basta perceber como que o avanço tecnológico, que supostamente é programado para facilitar a vida das pessoas, na verdade, está associado ao estresse.
Pense a respeito.
Comece por se dar conta de que:
O progresso, e, as mudanças no estilo de vida das pessoas, estão proporcionando cada vez mais, as pessoas apresentarem o quadro de estresse. Sendo que cada vez mais se apresentado na forma grave. Como consequência desse quadro, surgem doenças. Essas acometem de forma: física, psicológica e comportamental.
Fica fácil constatar que estamos vivendo uma nova realidade social. Infelizmente, maior no aspecto das doenças somáticas do que propriamente na evolução social.
O fato é que o individuo tentando ajustar-se às pressões internas e externas do mundo moderno, muitas vezes causadas por demandas oriundas da necessidade de sobrevivência e até mesmo de ilusões, criadas nesses tempos ditos modernos, muitas vezes, acaba por apresentar o temido quado de estresse. Esse mal pode acompanhar carreiras bem sucedidas ou não. Sabidamente ocasiona queda de produtividade, absenteísmo e outros males.
No Instituto Maxluz de Saúde e Pesquisa, nos dedicamos a pesquisar esses fatores. Estamos oferecendo consultorias e palestras, através das quais, orientamos quanto à identificação do quadro e de suas causas. Também oferecemos opções e sugestões de tratamento.

Vicente Ramatis Lima - Médico Psiquiatra

Autor do livro Armadilha Social.